quinta-feira, 30 de julho de 2009

Marcus Nabuco se apresenta nesta sexta.

O guitarrista mostra repertório autoral, standards de jazz e bossa com destaque para composições de Pat Metheny.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Trio bem brasileiro.

O Camará Trio fez uma ótima apresentação no último dia 10. Destaque para o choro Assanhado do Jacob do Bandolim e os afro-sambas de Baden e Vinicius.



MaPa promove jam!

Em 2007 a banda montou o Projeto MaPa, evento que mistura música e poesia. Nesta sexta o quinteto promove um laboratório com a participação de amigos músicos e poetas. Tudo em clima de improviso.







quinta-feira, 16 de julho de 2009

O trio Espaço 3 toca pela primeira vez no projeto.

O grupo se reuniu este ano oriundo de outros grupos por onde tocaram ou tocam juntos como a Itiberê Orquestra. Formado por Bernardo Ramos na guitarra, Vitor Gonçalves nos teclados, sax e acordeom e o baixista Bruno Aguilar, o Espaço 3 apresenta composições próprias além de standards de jazz e compositores brasileiros como Hermeto Pascoal, Jobim e Gismonte.



quinta-feira, 9 de julho de 2009

Camará Trio nesta sexta!

Formado por Violino (Karin Verthein), Violão (Tomaz Lemos) e Pandeiro (ThiagoAquino), o Camará Trio traz em seu trabalho as mais diversas influências musicais Do samba e choro ao baião, dos afro-sambas de Baden e Vinicius às bossas de Tom Jobim, passando por Jimi Hendrix e Beatles, o grupo imprime sua sofisticada sonoridade e surpreende os ouvintes.
O repertório é composto em sua maior parte de canções, tocadas em formato instrumental, incluem-se ainda composições dos integrantes do grupo.
Segue uma conversa com os integrantes do grupo.
SnJ: Quando o trio foi criado?
Tomaz: O trio foi criado em 2006, quando a Karin formou um duo com o Olavo Viana, violão. Eles logo chamaram o Thiago pro pandeiro e assim formaram o Trio Assanhado. Um ano depois o Olavo foi estudar na Europa e, como eu já havia trabalhado com o Thiago antes, me chamaram para substituí-lo. Mudamos o nome para Camará Trio, e estamos aí!
Thiago: Como dá para ver, foi um processo bastante gradual. Por isso decidimos criar um marco, e comemoramos o aniversário do grupo em novembro, data da nossa primeira apresentação. Ano passado tivemos uma apresentação no dia, e teve até bolo para os presentes, rsrs... Esse ano deve rolar alguma surpresa de novo!
SnJ: Qual a formação de vocês?
Tomaz: A Karin Verthein no violino, o Thiago Aquino na percussão e eu no violão. O Thiago usa um Cowbell com pedal no pé que sempre chama a atenção, é o maior barato!
Thiago: Eu gosto de pensar no meu set de pandeiro e cowbell como "a menor bateria do mundo"! No samba dá para tocar o pandeiro e fazer o fraseado do tamborim com o pé, nos baiões explorar os graves do pandeiro como se fosse um zabumba... Enfim, é bem divertido!

SnJ: O trio tem tocado bastante na noite carioca. O que há de melhor e de pior?
Tomaz: Bom, tocar é sempre uma alegria, e o melhor é ir conquistando e recebendo o carinho do público. Até porque nossa proposta não é muito comum, primeiro pela formação, mas também porque a maioria dos grupos de música instrumental brasileira são de choro, samba-jazz ou experimental. Nós trazemos um trabalho que privilegia os arranjos e as interpretações dentro de um repertório conhecido, e costumamos surpreender positivamente os desavisados.
De ruim, a falta de estrutura dos espaços, muito amadorismo nas produções e os cachês equilibristas: balançam mas demoram para cair na nossa conta.
Claro que há exceções como o Sextas no Jardim, que é organizado com carinho e honestidade, e fica melhor a cada edição. Destaque também para o produtor Nonô de Paraquaquá, ex-proprietário do Cantinho da Fofoca, figura rara em termos de valorização da música e dos músicos.
Thiago: Na parte boa: Tocar um som que você gosta e ter uma resposta positiva do público é uma coisa maravilhosa, porque é bastante comum ter que sacrificar um desses dois lados em favor do outro...Na parte ruim, além de concordar com o Tomaz, percebo também que existem poucas casas com uma programação ao vivo mais variada. Tivemos no Rio uma onda muito forte de forró: quase todas as casas tocavam forró, era forró pra cá, forró pra lá... Agora nos últimos anos estamos tendo a mesma coisa com o samba. Nada contra esses gêneros - muito pelo contrário, até porque o Camará bebe muito nessas fontes - mas acho que a noite carioca precisa ficar mais livre de modismos e se diversificar mais, ficar mais ousada. Acho que isso já está acontecendo com as festas e DJs; falta acontecer mais intensamente com a música ao vivo.
SnJ: Gravação em vista?
Tomaz: Estamos gravando aos poucos, na medida do tempo disponível e do caixa do grupo. Algumas gravações estão disponíveis no nosso Myspace, www.myspace.com/camaratrio, e em breve disponibilizaremos mais uma faixa. Acabamos de gravar vídeos no Centro Municipal de Referência da Música Carioca que ficaram bem legais e devem ser lançados em um mês no Youtube e no Myspace.
Thiago: Aguardem novidades por aí!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

O saxofonista Chico Costa se apresenta daqui a pouco no projeto.

Chico se apresenta em trio com tecladista Danilo Andrade e o baixista Pablo Arruda.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Duo Geszti Alvim apresenta instrumental brasileiro.


Formado por volta de 2007 o duo vem ganhando personalidade no modo de tocar, misturando o choro do clarite de Rui Alvim ao piano e acordem jazzístico de Gabriel Geszti. A mãe de Rui, pianista do conservatório de Lisboa e o avô de Gabriel, pianista húngaro são algumas das influências destes dois músicos que ganharam o reforço do baixista Jorge Oscar em suas apresentações.
SnJ: Quando vocês pretendem gravar?
Rui Alvim: Ainda não gravamos um disco mas estamos preparando isso para este ano.
SnJ: No repertório do show existem músicas autorais?
RA: Existem musicas de autoria do Gabriel e também de compositores contemporâneos.
SnJ: Quais são os instrumentos que vocês usam?
RA: Piano ou acordeom e clarinete, sax alto ou clarone. Mais recentemente o Jorge Oscar começou a participar do duo e vem sendo usado o contrabaixo acústico.
SnJ: Que compositores ou instrumentistas vocês preferem?
RA: Eu gosto de muitos compositores e diversos gêneros musicais. Entre eles, Sivuca, Duke Ellingnton, Dominguinhos, Cristovão Bastos, Mauricio Carrilho, Pixinguinha, Bach, Rogerio de Souza, Radamés, Mozart, Rachmaninoff, K-Ximbinho, Debussy, Nelson Cavaquinho, Cartola, entre outros.

SnJ: Como vocês vêem o mercado para a música (shows, gravações) no Rio?
RA: Acho o Mercado carioca de música sub aproveitado, especialmente quando pensamos no Rio como um dos maiores mananciais de instrumentistas do Brasil. Acho que falta espaço para a música instrumental e o mercado de gravação está arrefecido há muito, no entanto isso não tem sido um obstáculo à cultura musical dessa cidade.