terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Fechamos um ciclo!




O projeto Sextas no Jardim começou a brotar em novembro de 2008 quando descobri algumas rádios na Internet dedicadas ao jazz. Acompanhando a programação me lembrei dos shows memoráveis que assisti pela cidade em casas como o Jazzmania, o Rio Jazz Club entre outras dedicadas ao estilo além dos shows gratuitos e ao ar livre. Tudo isso sem falar no Free Jazz Festival em seus primórdios no Hotel Nacional. Toda esta atmosfera de mais de vinte anos atrás formou um público e vários músicos pela cidade. Neste sentido, o Sextas no Jardim foi criado para ser um novo ponto de encontro de músicos e admiradores não só de jazz mas também de choro e samba.
Desde de dezembro de 2008, quando o projeto começou a ocupar os jardins do Cinematheque, já se apresentaram mais de 15 grupos que se alternam na programação. Novos grupos estão sempre entrando a cada mês.
O Festival Snj realizado na semana passada fechou com chave de ouro o ciclo deste primeiro ano com shows simbólicos para o projeto. Rui Alvim, Gabriel Geszt e Pedro Aune foram os representantes da vertente do choro e do instrumental brasileiro. O Jazz ¾ do guitarrista Isidoro Kutno, o primeiro músico a se apresentar no projeto, mostrou o jazz com seus clássicos e recebeu como convidado o guitarrista Eduardo Guedes. Guedes é o representante dos novos grupos que estão se apresentando no Sextas. Para fechar a noite o saxofonista e flautista Eduardo Neves fez uma apresentação sensacional com seu quarteto no palco do segundo andar da casa. Não poderia ser melhor.


Pedro, Rui e Gabriel

Jazz 3/4

Marcello, Antônio, Dudu, Luiz e Eduardo


Fotos de Ariel Subira





sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Hoje acontece a 1ª edição do Festival SnJ!

O saxofonista Eduardo Neves se apresenta com seu quarteto no palco do Cinematheque.

O Jazz 3/4 que hoje recebe convidados no palco do jardim.

O clarinetista Rui Alvim abre a noite ao lado de Gabriel Geszt no acordeon e teclados e Pedro Cristiano no baixo acústico.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Fechada a programação do Festival SnJ.

Está definida a programação do primeiro festival Sextas no Jardim que acontece na próxima sexta dia 11. Assista aos vídeos das atrações na barra lateral.
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19:30 – Rui Alvim Trio - no jardim
O clarinetista apresenta músicas de compositores brasileiros como Pixinguinha, Ernesto Nazareth entre outros.
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20:30 - Jazz ¾ - no jardim
O grupo formado pelo guitarrista Isidoro Kutno, o baixista Ronaldo Diamante e o saxofonista Renato Buscacio toca clássicos do jazz e receberá convidados para uma jam session.
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21:30 - Eduardo Neves Quarteto - no palco
O saxofonista e flautista apresenta repertório de seu último disco "Gafieira de Bolso" e algumas inéditas que entrarão no próximo trabalho. Eduardo toca com Antônio Neves na bateria, Adriano Souza nos teclados e Luiz Louchard no baixo.
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Complementando a comemoração um telão será instalado no jardim exibindo fotos dos shows realizados no projeto e imagens do jazz e do choro.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A primeira edição do Festival SnJ está chegando.

A primeira edição do Festival SnJ acontecerá no próximo dia 11 de dezembro e a primeira atração confirmada é o saxofonista e flautista Eduardo Neves. Aguardem as próximas atrações.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Música e Cinema.

Pela primeira vez o Sextas no Jardim promove o encontro da música com o cinema através da projeção do curta metragem "Em Trânsito" e da apresentação da sua trilha sonora nesta sexta, dia 27. O filme do diretor Cavi Borges tem como cenário o Rio de Janeiro, em belas imagens e conta com a música de Marcello Magdaleno e Mary Byker. Na apresentação da trilha o trio formado por Marcello Magdaleno (Madá) sax e violão, Fábio Cavalieri no baixo acústico e Rodrigo Serra na bateria e vibrafone tocam um repertório autoral que tem como tema central a cidade de São Sebastião. Participa da noite o poeta Dado Amaral recitando poemas do seu livro "Olho Nu" ao som da banda.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Fotos dos últimos shows!

O quarteto Manga estreou na programação na sexta passada. Formado por Frederico Cavalieri no clarinete, Henrique Dias no baixo, Pitter Rocha na guitarra e Daniel Cruz na bateria, apresentaram um repertório cheio de ritmos brasileiros com compositores como Hermeto Pascoal e Eduardo Neves.


O septeto Monte Alegre Hot Jazz Band animou o jardim no dia 13 de novembro.
Fernando Moraes e Zé Carlos Bigorna tocaram no último dia 30.


Bigorna e Fernando tiveram a participação do percussionista Thiago Gim.








quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Breve Resumo da História do Jazz - parte 2.

Dando continuidade ao texto do guitarrista Isidoro Kutno, segue a parte 2.

MÚSICA MODAL
Jazz trazido da música clássica ao Jazz por Miles Davis que se baseava nos modos gregos. Surgiu no início dos anos 60 quando, Miles Davis, John Coltrane e outros assumem novas formas de composição buscando sobretudo, uma atitude oposta aquela verificada na harmonia tradicional que moldava até então, o repertório de "standards" de jazz e "be-bop". A principal característica da música modal é a duração extremamente longa dos acordes onde verificamos inclusive, músicas com um só acorde - e, quase sempre, a inexistência de progressões harmônicas propriamente ditas
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HARD BOP
Segmento do bebop, com maior força de expressão rítmico-melódica, desenvolvido pelos conjuntos de Art Blakey, Horace Silver, Clifford Brown-Max Roach e Sonny Rollins.
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FREE JAZZ
Jazz de vanguarda em que a improvisação é livre, sem se fixar nos acordes de base e no rígido andamento. Criado à partir das inovações de Omette Coleman, teve como expoentes John Coltrane, Don Cherry, Cecil Taylor e Anthony Braxton.
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FUSION
Fusão entre a improvisação do jazz sobre ritmos de rock e música pop em geral, utilizando instrumentos eletrônicos e de percussão. Expoentes: Miles Davis, Chick Corea, Weather Report, Stanley Clarke, Pat Metheny, Freddie Hubbard, Herbie Hancock, Grover Washington Jr. E George Duke.
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JAZZ LATINO
Improvisação do jazz sobre ritmos latinos e percussão, em voga dos anos 40, introduzido pela Orquestra de Dizzy Gillespie.
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CONTEMPORÂNEO
Evolução do jazz moderno, à partir do bebop, com elementos do hard bop e do Free jazz, inseridos na forma e no conteúdo das improvisações.
Isidoro Kutno